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19
mai
2014
Robert Pattinson fala a Variety sobre voltar a fazer ‘Crepúsculo’
10:22

Em entrevista para a Variety, Robert Pattinson falou sobre seus futuros projetos, sobre o diretor David Cronenberg e sobre a franquia ‘Crepúsculo’. Leia abaixo o trecho da publicação:

Mas o ator com o maior sorriso no rosto pode ter sido Robert Pattinson, que ganhou alguns de seus melhores comentários por “The Rover”, o filme de ação australiano dirigido por David Michod que foi exibido para os críticos no fim de semana. Ele também teve fez barulho entrando na competição de segunda-feira com “Maps to the Stars“, um drama dirigido por David Cronenberg.

“Ele é incrivelmente respeitoso”, Pattinson disse à Variety, dizendo que adoraria colaborar com Cronenberg novamente. O primeiro trabalho dos dois foi juntos em “Cosmopolis” de 2012.

Pattinson disse que ele está se preparando para filmar “The Childhood of a Leader”, a estréia na direção do ator Brady Corbet. Ele acrescentou que “Brady é simplesmente brilhante”. E Pattinson revelou que ele tem falado com o diretor de “Spring Breakers”, Harmony Korine, sobre estrelar um de seus próximos projetos, mas os detalhes não foram elaborados ainda.

Pattinson é reconhecido pelo papel de Edward Cullen que o fez um superstar internacional, como uma surpresa completa.

“Ninguém pensou que seria grande coisa”, disse Pattinson do filme de vampiros de 2008. “Nós pensamos que ia ser como ‘Thirteen’“, disse ele fazendo referência a estreia na direção de Catherine Hardwicke.

“Eu não poderia fazer outro filme de ‘Crepúsculo’, disse Pattinson, que tem 28 anos. “Estou muito velho”.


15
mai
2014
David Michod fala sobre escolha de elenco e Robert
09:41

O diretor do filme The Rover falou em recente entrevista, divulgada pelo kit de imprensa do Festival de Cannes, sobre a escolha de elenco – em especial, a escolha de Guy Pierce e Robert Pattinson.

Como você escolheu seus atores?
Eu tinha Guy Pearce em mente desde o início. Precisávamos de um homem que tivesse a sua idade, que tivesse uma força silenciosa e misteriosa, que tivesse seu talento e sua extraordinária atenção a detalhes. Eu não esqueci do prazer que eu tive em trabalhar com ele em Animal Kingdom. Rob (Pattinson) veio mais tarde. Nós nos conhecemos, eu gostei muito dele e, em seguida, ele fez alguns testes de tela para mim, testes impressionantes, cheios de vida, nunca forçados ou artificiais, e assim estava pronto. E há algo muito emocionante em ter a oportunidade de mostrar ao mundo que uma estrela que foi subestimada e reduzida a uma determinada imagem, na verdade, tem uma riqueza de talento inexplorado. Eu descobri rapidamente que Rob é um grande ator. E estou ansioso para que todos possam perceber o mesmo.

Se o personagem de Guy Pearce é o “Rover”, como você define Robert Pattinson?
Ele também é um “rover”. Guy é um rover no sentido de “nômade”. Mas em Inglês clássico, “rover” também é usado como termo carinhoso para referir-se a um cão. E Rob segue Guy em todos os lugares, um pouco como um cão perdido faria.


13
mai
2014
Robert Pattinson na revista Premiere; veja fotos e leia a entrevista
17:17

Já começando a divulgação de seus novos filmes, bem como a nova fase de sua carreira, Robert Pattinson falou com a revista Premiere. Num photoshoot pra lá de diferente, o ator mostra que definitivamente deu passos a frente, rumo ao sucesso.


x Scans > Internacionais > 2014 > Maio 2014 – Premiere (França)

14 abril de 2014. Foram 14 minutos desde que Robert Pattinson desapareceu em um dos quartos deste enorme armazém, transformado num estúdio de fotografia para fazer sua maquiagem. Quando ele finalmente sai, com o rosto coberto de tinta preta e branca para desaparecer momentos depois quando terminamos de entornar litros de água e Gatorade no seu rosto. É claro que o ídolo adolescente da saga Crepúsculo desapareceu completamente. Ele deixou em seu lugar um ator que é cada vez mais fascinante, um artista – ele é aquele que imaginou uma diferente encenação da sessão com o fotógrafo Danielle Levitt – cuja filmografia está a começar a impressionar a sério. Desde o início do ano, ele filmou com Werner Herzog (Queen of the Desert) e Anton Corbijn (Life), ao que logo vai adicionar Harmony Korine e James Gray (The Lost City of Z).

Depois de apresentar Cosmopolis, lá em 2012, ele vai fazer a sua volta a Cannes com dois filmes: Maps to the Stars , que marca o seu reencontro com David Cronenberg, e The Rover, o novo filme do prodígio australiano David Michôd (Animal Kingdom, 2011). Um Western em que Pattinson, mais desconcertante que nunca, prova que o futuro lhe pertence.

Deixamos você dois anos atrás na parte de trás da limusine em Cosmopolis e o encontramos mais uma vez num no novo filme de David Cronenberg, Maps to the Stars . Foi de propósito?
ROBERT PATTINSON: Talvez nós estejamos construindo uma trilogia sobre limousines… Eu não sei se foi uma decisão consciente da sua parte ou não.

O aspecto recorrente é que em cada filme, dorme com uma atriz talentosa…
ROBERT:
Aquela cena com Julianne Moore foi muito engraçada. E nós tínhamos acabado de nos conhecer antes de filmarmos.

Foi também o caso com Juliette Binoche quando filmou a cena de sexo em Cosmopolis. É a sua nova forma de acolher atrizes no set?
ROBERT:
Eu lembro de ver a Juliette antes de começarmos a filmar a cena. Ela estava a me dando conselhos: “Mantenha a escolha de projetos de classe e filmes inteligentes”,  e de repente, David diz: “Ação!” e começamos a fazer sexo como animais no carro. Muito elegante, definitivamente… (risos). Em cima disso, estava muito quente. Eu estava suando como louco com enormes gotas de suor escorrendo na testa. Eu perguntei se eu não estava tendo um ataque cardíaco. Toda vez que uma gota caía, estava tentando impedi-la de cair nas costas de Julianne. Era ridículo. Depois de um tempo ela se virou para mim, preocupada e perguntou: “Tudo bem? Você está tendo um ataque de pânico?”. Eu estava fora do ar, completamente encharcado, enquanto isso a ela, não.

Você não parece o tipo de ator que só faz metade do trabalho.
ROBERT: Exatamente. É o meu próprio suor que se vê na tela. Em The Rover, o meu problema eram as moscas. Eu nunca tinha visto nada parecido. Estávamos constantemente cobertos de sangue falso e uma vez que saiamos, cinquenta moscas começavam a nos rodear . Durante todo o dia, não parava.

O lado glamouroso do deserto australiano.
ROBERT: Nós realmente gravamos o filme no meio do nada. A maioria das pessoas que se vê no filme foram recrutadas no mesmo dia, como esse tipo pequeno que vende uma arma a Guy Pearce e ainda e resmunga: “Porra, porra, porra”. Ele realmente era assim. Houve também um tipo com cara de louco que vemos na loja. Encontraram ele enquanto eles estavam olhando para o lugar. Ele entrou na casa achando que estava deserta e ficou cara a cara com esse tipo e a sua esposa, que estavam nus –  descobriram mais tarde que ela era naturista.

Uma das forças do filme é seu minimalismo. Foi dessa forma no papel?
ROBERT: Sim, essa impressão de desolação estava no roteiro, que havia atingido com o lado “com fome”. O filme é extremamente nu, mas consegue criar um mundo extra-terrestre próprio. A qualidade, o que de certa forma, me fez lembrar de Cosmopolis.

Este filme marcou claramente um ponto de virada na sua carreira. Disse uma vez que tinha “lhe dado bolas”. Ainda estão em crescimento?
ROBERT: Quando se está em um blockbuster, contribui para um conjunto sem realmente saber como. Com os pequenos filmes que faço agora – e provavelmente é por causa dos seus lados ambiciosos – sinto como se eu estivesse a criar algo. É a maneira mais palpável. David Michôd deixou-me tentar muitas coisas diferentes em The Rover, como ter dentes podres ou rapar a parte de trás da minha cabeça, porque eu pensei que fez o personagem mais vulnerável a ter a nuca exposta dessa maneira.

The Rover parece ser uma nova etapa da sua carreira. Também é como você se sente?
ROBERT: A primeira vez que eu senti como se estivesse vendo um adulto quando olhei para mim mesmo na tela, foi quando eu descobri o anúncio Dior que eu filmei no ano passado, dirigido por Romain Gavras. The Rover confirmou esse sentimento, que continuou na vida. O filme eu só filmo com Corbijn. Acho que tenho mais confiança em mim mesmo e essas seleções de Cannes ajudam muito. Depois de ser humilhado por anos por causa de Crepúsculo, o meu ego estava um pouco machucado.

Vê esse festival como uma honra?
ROBERT: Você não faz ideia… É um reconhecimento enorme. Durante muito tempo, eu queria papéis sem realmente saber se eu poderia faze-los. Hoje, sinto-me pronto para assumir riscos e assumir essas escolhas.

Dois anos atrás, você dizia que estava desesperadamente tentando contatar Romain Gavras. Finalmente conseguiu.
ROBERT: O anúncio para Dior foi a única maneira que eu encontrei para contatá-lo com sucesso. Disse a mim mesmo: “Agora, ele finalmente vai responder” .Eu sinto que eu comprei essa chamada… (risos)

Onde surgiu a ideia de fazer parecer como um jovem Belmondo?
ROBERT: Da Dior, até mesmo o conceito original era muito mais sofisticado. Nós realmente mudamos as coisas ao longo do caminho. A maneira que Romain trabalha com o seu diretor de fotografia dá esse resultado extremamente animado. Você tem que saber que não estávamos realmente com permissão para filmar a parte onde eu estou a guiar na praia. Romain fez isso às 7 da manhã, e ele não parava de gritar: “Anda, estamos perdendo a luz!” Que luz? São 07:00! A areia estava molhada, o carro foi ficando preso. Então, eu tive que dirigir à 100 km/h, com as duas modelos na parte de trás, enquanto Romain gritava: “Estamos a perdendo a luz! Estamos a perder a luz!“. Eu nunca pensei que eu já me encontrava nesse tipo de anúncio, mas eu tenho que admitir que foi uma experiência muito positiva. A Dior nos deu uma quantidade muito incrédula de liberdade.

Durante a nossa última entrevista, você disse que um dos seus sonhos era trabalhar com James Gray, o que está para acontecer em breve. (Pattinson em breve vai aparecer ao lado de Benedict Cumberbatch em “The Lost City of Z”)
ROBERT: Eles mudaram as gravações para janeiro, mais uma vez, e eu sou do tipo de ficar cansado de esperar. Será realizado na Colômbia, vai ser uma loucura. Nesse meio tempo, eu poderia filmar algo com Harmony Korine, com quem eu tenho sonhado trabalhar desde os 17 anos, como com James Gray. Eu continuo a perguntar-lhe sobre o que o filme é, mas ele não quer dizer.

Você acabou de adicionar Werner Herzog para o seu currículo! (“Queen of the Desert”, com Naomi Watts!)
ROBERT: Eu não esperava nada disso. É um papel muito pequeno, mas eu adorei trabalhar com ele. Seja qual for o assunto, ele sempre terá uma história improvável ou uma anedota para contar. Nós estávamos a filmar quando o julgamento de Amanda Know (uma americana acusado de matar um de seus companheiros de quarto em Itália) foi reaberto e Herzog disse-nos muito a sério: “Eu vi os documentos que o público nunca viu e eu posso lhe garantir que ela é culpada” (risos). Evidentemente, eu não acredito.

Você ainda é popular com paparazzi ou a histeria diminuiu?
ROBERT: Eu sou melhor em não ser visto. A última vez que fui para Londres, eu não fui fotografado uma única vez. O meu melhor amigo me disse: “A próxima vez que tirar uma foto, lembre-se deste período de tempo em que você esteve sozinho. Não pense nisso como um prolongamento de todos os anos que tiraram fotos, mas como um incidente isolado“. Ele está certo. Antes, eu enlouquecia, por vezes, quando a minha foto era tirada nas ruas. É diferente quando se é um tipo, porque além da invasão de sua vida privada, é também a sua masculinidade que é ridicularizado de alguma maneira. Acaba cara a cara com os tipos que tiram fotos com nenhum cuidado no mundo e não pode fazer nada sobre isso… Haviam momentos em que eu literalmente queria matá-los. Eu acalmei desde então .Bem, eu acho que sim, mas pode ser apenas porque é mais raro. O que está mal em tudo isso, é que o meu trabalho é pago para fazer de outras pessoas. Como quer que o público o vá encontrar credível, se, a cada dia, o meu rosto está num tablóides a mostrar-me nas compras de um supermercado?

Então acaba com as suas compras sendo entregues em casa?
ROBERT: Não, eu encomendo no Domino Pizza todos os dias. (risos)

Muitas vezes vemos atores aceitarem blockbusters entre filmes independentes, explicando que é necessário, a fim de ser capaz de estar em mais projetos “artísticos”. No seu caso, decidiu abandonar grandes filmes de estúdio…
ROBERT: Sim, porque eu não acredito nessa ideia que tem de alternar entre os dois. O público não se importa se faz um filme “grande” ou um filme “pequeno”. As pessoas só querem vê-lo num bom filme. Às vezes, alguns atores deslocam-se de um grande filme para outro, até que um dia em que tudo pára imediatamente. E nesse momento, eles acabam desamparados: “Eu não entendo, eu fiz o jogo”. Exceto que não há regras. Tudo pode desabar a qualquer momento. A vantagem se isso acontecer comigo é que eu posso sempre fazer algumas centenas de dólares, assinando autógrafos em convenções de Crepúsculo. (Risos)

Quanto tempo acha, que vai demorar Hollywood para refazer a saga?
ROBERT: Eu não faço ideia. Eu acho que a era dos vampiros é mais, não é? É engraçado, há poucos dias eu me lembrei de filmar uma cena de Crepúsculo com alguém. Eu acho que é a primeira cena do último filme, quando Bella acorda e vê Edward, um pouco como uma aparição. Estávamos filmando a um mês no Canadá no frio, eu estava tão perto de ficar deprimido, e a única coisa que eu encontrei para me sentir melhor foi tomar meu café da manhã no McDonald todas as manhãs. Após quatro semanas, chegou o momento de filmar aquela cena e eu estava vestindo uma camisa branca com a luz vindo de trás de mim. Quando eu assisti a cena logo depois, eu percebi que poderia ver o contorno dos meus pneuzinhos recém-adquiridos. Recentemente, vi o filme na TV e eles ainda estão lá agora.

Depois de todos estes anos, eu estou surpreso de ver ainda há histórias para contar sobre Crepúsculo…
ROBERT: Quando eu acho que o primeiro filme saiu há seis anos e que eu consegui o papel em 2007, parece loucura a mim. A maior parte dos meus vinte anos terá sido focada nisso. Quando o segundo filme saiu, eu entendi que me levaria pelo menos dez anos para ser eu mesmo novamente e passar para outra coisa.

Os dois filmes que vai apresentar no Festival de Cannes provam que vai ter precisado de menos de dez anos para alcançá-lo …
ROBERT: Estou realmente animado com a idéia de voltar ao festival. Eu adoraria se todos os meus filmes fossem selecionados. Por enquanto, os três últimos filmes que eu fiz desde o final de Crepúsculo foram. Eu farei tudo o que puder para manter este objetivo.

Foram divulgadas também as fotos originais do ensaio para a revista. Veja à seguir em nossa Galeria de Fotos!


x Photoshoots > 2014 > Premiere


7
nov
2013
Katy Perry volta a falar sobre amizade com Robert Pattinson
15:37

Ainda para divulgação de seu novo álbum PRISM, a cantora Katy Perry segue dando entrevistas. Numa delas, foi questionada sobre o vídeo que circula na internet onde aparece ao lado de Robert Pattinson cantando num karaokê.

E quanto ao vídeo de você e Robert Pattinson no karaokê? De anos atrás…
Sim, de 2008. Essa é a mídia, nada é sagrado, nem mesmo o karaokê, nós estávamos apenas curtindo, nós temos um monte de amigos com quem saímos, um dos meus melhores amigos é amigo dele também. E nós ficamos bêbados e fomos para o karaokê como todos fazem. Isso foi há oito anos, e essa m***a finalmente apareceu na internet. Pelo menos isso mostra a vocês que nós somos apenas amigos, amigos de verdade. É tipo, só porque você é uma garota você não pode ser amiga daquele cara? Aquele pobre rapaz… Qual é?

Eu sei, qualquer garota quer chegar perto dele é automático…

Eu sinto muito por ele…

Numa outra entrevista para a revista Glamour, ela volta a responder sobre Robert e sua cidade natal, Londres.

Você encontra Robert Pattinson em Londres, não é?
Sim, ele é um bom companheiro. Ele anda pelo leste de Londres. Nós saímos bastante pelo leste de Londres, quando podemos chegar lá…


Fonte
| Fonte | Tradução: Marjorie


22
out
2013
Diretor Romain Gavras fala sobre Robert Pattinson e o comercial para Dior Homme
23:22

Em entrevista para o Io Donna da Itália, o diretor Romain Gavras falou sobre o trabalho feito para a campanha publicitária do perfume Dior Homme e contou detalhes sobre o filme e como foi trabalhar ao lado de Robert Pattinson.

Na primeira imagem ele (o ator britânico Robert Pattinson, o ex- vampiro Edward na saga Crepúsculo) e um arranha-céu acima (à esquerda). No segundo quadro, é com ela (a modelo Camille Rowe) na banheira (foto na página 2). Então, filmagens rápidas, todas em preto e branco e em sequencia: flashbacks de um festa, uma corrida de carro na praia, mergulhando na piscina (de roupas). Não importa o lugar: poderia ser Nova York ou Paris, o primeiro dia da primavera ou no último ano. Contar a história, importante. Os close-ups capturam a energia da juventude, a dinâmica da atração, paixão.

Fortes emoções que levam ao último momento (colorido) do filme: ele, o homem ideal , sexy e carismático. E seu aliado, Dior Homme, uma fragrância que, como afirma François Demachy, criador e perfumista da Dior, desafia todos os clichês de masculinidade: “Explorar uma nova virilidade, imediata e ainda assim complexa”. Único e singular, como o filme de Romain Gavras, filho do diretor de arte Costa. Pedimos a ele para nos dizer sobre o filme de Dior Homme.

De onde surgiu a inspiração para o vídeo?
Trabalhando em colaboração com a equipe da Dior. Cem vidas em um dia e as palavras de James Dean: “Sonhe como se você fosse viver para sempre. Viva como se você fosse morrer hoje”. O resultado é um personagem que passa por emoções e lugares diferentes. Então, com o diretor de fotografia André Chemetoff e o designer de produção Jean-Michel Bertin, buscamos a melhor gramática visual para contar essa história fragmentada.

Como você descreveria o homem do Dior Homme?
O homem que gostaríamos de representar é claro, à vontade em qualquer situação. Poderia ser em uma praia deserta, em um hotel de luxo ou em uma casa vazia para a qual ele acabou de se mudar: ele seria sempre o mesmo. Quisemos sair do estereótipo do bem-sucedido, rico e arrogante, e é por isso que nós adicionamos detalhes, como o carro da década de oitenta, que leva a um certo ponto. A mulher é outra ótima maneira de caracterizar um homem: no vídeo é uma menina simples, que não se veste de maneira vistosa.

Pode nos contar alguma história do set?
Filmamos no Brooklyn, na Rockaway Beach, logo após o furacão. Olhando para a cena da praia, você pode observar seus sinais, por exemplo, a altura da areia ou as cabines destruídas, o que dá uma imagem estranho, inesperada, em um vídeo para um perfume de luxo. Ah, e o carro também acabou no mar… Foram dois barcos e um trator para tirá-lo!

A principal dificuldade?
Provavelmente o fato de ter que filmar em tantos lugares ao mesmo tempo. Tivemos que correr por toda Nova York com Rob, que é uma grande estrela em Hollywood, esquivando-se dos paparazzis e todo o resto, para não revelar as imagens da campanha antes da apresentação. Além disso, antes de conhecer o Rob, não tinha ideia de como seria porque estávamos muito agitados, com agendas cheias e às vezes os atores não gostam de trabalhar sob pressão. Mas ele foi ótimo, deu mais do que ele pediu, estava comigo cem por cento. Além disso, durante a sessão, nos divertimos muito.

Qual é a sua cena favorita?
Eu realmente gosto da parte na praia, foi a primeira cena que filmamos. Durante a primeira gravação sempre há algo interessante acontecendo naquele momento, você sabendo ou não se vai funcionar o que você tinha em mente. Foi muito bom ouvir que funcionaria.

Como foi trabalhar com Rob?
Rob é extremamente curioso, está deixando a fase do “garoto-propaganda” de Crepúsculo para desempenhar papéis mais maduros. Já está fazendo escolhas interessantes e corajosas. Falando como diretor, posso dizer que ele é um ator com o qual é muito fácil de se trabalhar, capaz de dar muito.

Seus planos para o futuro?
Agora eu estou escrevendo meu próximo filme.

Fonte | Tradução: Milla Correa


22
out
2013
Robert Pattinson revela qual palavra ele mais gosta de ouvir à revista Faces da Suíça
20:38

A revista Faces da Suíça realizou uma entrevista com Robert Pattinson recentemente e o ator comentou sobre o comercial para a Dior, falou sobre cheiros e memórias, além de música e moda.


x Scans > Internacionais > 2013 > Outubro 2013 – Faces Magazine (Suíça)

Que tipo de pessoa é o homem que veste Dior Homme ?
Ele cheira incrivelmente bom! (risos)

O filme da campanha da Dior Homme começa com uma cena na praia. O que você se lembra disso?
Nós dirigimos um pequeno BMW ao longo da praia. Se você pisasse no freio o carro iria imediatamente atolar na areia, de modo que cheguei a 80 milhas por hora, com a câmera a bordo. E eu como motorista estava basicamente responsável pelos outros três modelos. A próxima coisa que me lembro é o carro em alta velocidade entrando no mar. Todo o para-choque caiu, foi selvagem! (risos)

Você como o novo rosto [do perfume], Dior Homme representa uma geração completamente nova de homens jovens. Como você os descrevia?
Acabei de fazer 27 e só agora pude perceber que as pessoas não me vêem mais como uma criança. Parece estranho finalmente ver a si mesmo como um adulto e ser tratado como um pelos outros. Para descrever a minha geração é difícil, porque para nós nos últimos dez anos estamos em uma espécie transição, e alguns de nós ainda tentam descobrir o que fazer com tudo isso. Pelo menos esse é isso que acontece comigo. (risos)

Muitas vezes, certos cheiros estão ligados a memórias. Você sente isso?
Lembro-me de meu pai, que sempre usou Brut de Fabergé. Ele ainda tem aquela fragrância e isso me faz lembrar dos meus primeiros tempos de escola. Por mais estranho que pareça, eu ainda sei exatamente como ele cheira, é como se de alguma forma tivesse marcado em minha memória. Mais tarde, quando eu tinha uns 12 anos, eu comecei a falar com as meninas e pensei que seria legal usar um perfume ao fazer isso. Lembro-me também de férias em Portugal. Na época, eu pensei que usando um perfume fresco me faria parecer mais velho. Assim que o cheiro de gel de cabelo e perfume tinham sido meus companheiros constantes durante esse verão. (risos)

Existem cidades ou países que fazem você se conectar com certos cheiros?
Meu pai é de Yorkshire, onde há um grande número de campos e flores silvestres – que o cheiro é simplesmente incrível. Nós sempre passamos o Natal lá e mesmo que eu não tenha estado lá há anos o cheiro nunca me deixou.

Você tem um cheiro favorito?
Eu gosto do cheiro das pessoas. (risos) Eu sei que soa um pouco estranho, e provavelmente tem algo a ver com feromônios, mas muitas vezes você pode julgar o caráter de uma pessoa pelo seu perfume. Nós nos aproximamos de pessoas que cheiram bem, um processo que provavelmente acontece completamente inconscientemente.

O que luxo significa para você?
Esforço. Na minha opinião o verdadeiro luxo é não ter que se preocupar com nada. E quando nós filmamos a campanha para Dior Homme sentia exatamente assim.

O que é um dia perfeito para você?
Eu realmente não posso dizer, eu gosto de fazer coisas. No momento estou tentando trabalhar em uma história junto com um amigo. Gosto de comunicar e partilhar ideias com os outros e trabalhar em um projeto. E de vez em quando eu adoro lutar com as pessoas. (risos)

Você ainda toca violão e piano?
Eu ainda toco violão e apenas recentemente comecei a praticar um pouco mais frequentemente novamente. Mas eu não me apresento publicamente há anos. (risos)

Atualmente, você tem uma banda favorita ou uma canção favorita?
Para ser honesto, isso é coisa muito estranha – música eletrônica, por exemplo, algo que eu nunca tinha ouvido antes. Um casal de amigos meus tocam nesta banda impressionante, Death Grips, e que de alguma forma realmente me cativaram.

Como você descreveria seu estilo pessoal?
Na verdade, eu só tenho algumas peças básicas que eu uso todos os dias. Para mim, o que mais importa é saber se algo se encaixa bem ou não. Eu realmente não me importo com mais nada, apenas como as coisas se encaixam. Assim, eu costumo usar a mesma peça de roupa até que ela literalmente ande sozinha por aí.

Quem é seu ícone fashion?
Eu sempre admirei as pessoas que se vestiam praticamente. De alguma forma eu acho que isso é especialmente viril. Eu gosto de roupas que duram por muito tempo, até que tudo o que resta é o material que eles foram feitos. Estou pensando em roupas de Jack Nicholson em “The Shining” ou “One Flew over the Cuckoo’s Nest”, na verdade, praticamente tudo o que é usado nesses filmes. Quando eu era mais jovem eu sempre tentei vestir exatamente assim.

Você nunca parece descansar. Mas se você fizesse o que é o seu lugar favorito para relaxar?
Em algum lugar na Inglaterra.

Sua peça favorita da literatura ?
“Everything ” por Martin Amis.

Que palavra que você mais gosta de ouvir?
“Sim”!

Crepúsculo te tornou famoso, Cosmópolis mudou a sua imagem, e o filme da campanha de Roman Gavrais para Dior está adicionando algo inesperado à sua carreira. Como é o doce cheiro do sucesso?
Ser um ator é algo incrivelmente estranho e a definição de sucesso – o que em si já é estranho – as mudanças ao longo dos anos. É claro que o sucesso também tem um lado bom: eu não tenho que me preocupar só em ter que trabalhar pelo o dinheiro [não mais], pelo menos por uns anos. Tenho um enorme respeito por todos esses filmes é por isso que eu tento ter o tempo e energia necessárias para tomar decisões emocionantes, decisões que nem todos tomariam. Eu apenas disse que ” tentar”, é mais engraçado, na verdade, porque eu não me sinto como se eu já tivesse algum tipo de sucesso. Mas há algo sobre Dior que realmente funciona para mim – a própria marca continua estoicamente independente e que é exatamente o que eu gostaria de tentar para mim no momento.

Fonte | Tradução: Ana Paula


18
out
2013
Robert Pattinson explica porque tem escolhido filmes independentes à GQ da Itália
22:39

A revista italiana GQ realizou uma entrevista com Rob Pattinson recentemente, e nela o ator diz porque sempre recusou convites para comerciais e revela o porquê aceitou este da Dior, fala também porque ele tem escolhido filmes independentes para fazer entre outros assuntos. Veja os scans e leia a entrevista traduzida abaixo.


x Scans > Internacionais > 2013 > Outubro 2013 – GQ (Itália)

Você sempre foi contra os comerciais, mas você define este anúncio Dior como um “anti-comercial”. Por quê?
Rob: O produto só aparece no último take, por exemplo. Além disso, eles nos deram liberdade criativa: Romain realmente fez uma curta fora dele.

Foi o momento certo para fazer um comercial?
Rob: Eu não teria feito isso na época de Crepúsculo, mas depois de mais dois filmes “íntimos”, um comercial é bom para a visibilidade. Neste negócio, você tem que ser bom em lidar consigo.

Você sente a pressão de tomar decisões?
Rob: As pessoas pensam que uma vez que você é famoso você tem uma equipe que cuida de sua carreira. Mas muitos de nós não tem um, e é realmente difícil.

Por que você tem escolhido filmes independentes pra fazer?
Rob: Eu sempre gostei desse tipo de filme, e depois de Cosmopolis, eles finalmente começaram a me oferecer propostas para este tipo de filme. Estou começando a ter uma visão clara da minha carreira e estou mais exigente. Claro, pegando o o papel certo, não há risco de entrar na “geladeira”.

Você está muito ocupado.
Rob: Sim, mas com filmes indies que ainda estão em pré-produção. No momento, por exemplo, eu deveria estar começando um filme de Herzog.

Queen of the Desert, e você será T.E. Lawrence. Um ícone.
Rob: Este vai ser muito diferente do “Lawrence da Arábia” original, eu acho muito mais próximo do personagem real. Locações devem ser loucas: um canhão no deserto da Jordânia, onde ninguém nunca antes havia filmado, mas Herzog  conhece o Rei e nós devemos fazê-lo.

Jude Law, que era o garoto propaganda da Dior antes, disse: “Quando você está no topo, você tem toda a atenção que você precisa, mas você ficaria sem isso. Depois de alguns anos, eles perguntaram-lhe sobre o novo garoto de 11 anos de idade”.
Rob: Ele está certo! Alguns dias atrás, eu conheci um cara que se apresentou como “o novo eu”. O que há de errado com as pessoas? O que significa “novo eu”? Se você não tem um filme de sucesso, uma vez a cada 2 anos, você está acabado. Você nem sequer tem tempo para aprender.

Você já aprendeu a lidar com a fama?
Rob: A fama é como uma luta pela sobrevivência! Algumas pessoas não sabem como lidar e surtam, mas eu posso entender isso. Com paparazzis se escondendo em todos os lugares, é muito difícil conhecer novas pessoas e ter novas experiências.

Você passa um tempo com os seus amigos?
Rob: Quando cheguei nos EUA, para Crepúsculo, as pessoas que me davam uma carona porque eu não sabia dirigir e não porque eu era um dos protagonistas do filme, são meus amigos mais antigos.

Você se sente em casa na América agora?
Rob: Eu tenho vivido aqui já tem um tempo, eu gosto da Califórnia, porque é frio, há algo de profundamente sereno no ar. LA é muito diferente agora: Várias pessoas ao redor do mundo vivem aqui agora.

O que você gosta de fazer no seu tempo livre?
Rob: Eu vou desapontá-lo, mas a cada 9 em 10 vezes eu apenas deito no sofá, fico lendo os scripts ou navegando no IMBD na seção de desenvolvimento. Então eu mando e-mails o meu agente, perguntando-lhe o que ele pensa sobre isso.

Diga algo que você gosta de fazer em LA?
Rob: Surf. Mas eu sou péssimo.

No anúncio Dior, você dirige um velho BMW em uma praia. Você gosta de carros?
Rob: Sim, carros antigos: Eu tenho uma Shelby muito bonita, mas ela sempre está na oficina. O meu favorito é um Mercedes 1956, a aranha Gullwing. Um carro de 3 Milhões de dólares. Mas eu acho que é melhor esperar…

E sobre o seu relacionamento com as roupas?
Rob: Aqui está uma história: eu comprei um novo par de sapatos, alguém me disse que eles eram feios. E eu só estava ali, mudo, prestes a entrar num palco na frente de 6.000 pessoas. Eu pensei que eu tinha superado essas coisas, mas apenas de uma pequena dica eu encontro-me nervoso sobre isso, como na primeira vez .

Fonte | Tradução: Ana Paula


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