Robert Pattinson estampa a capa de revista Deadline alemã deste mês como “The Batman”, e a publicação nos trás uma nova entrevista do ator e da atriz Zöe Kravitz que dá vida a mulher gato no filme. Veja abaixo a tradução da entrevista e os scans da revista em nossa galeria de fotos.


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Batman e Mulher-Gato têm uma relação muito especial nos quadrinhos, que atualmente também inclui um casamento. O que veremos em THE BATMAN: o início de uma amizade, um romance ou um grande problema?
Kravitz: “Problemas, muitos problemas (risos). Ambos os personagens se aproximam, se conhecem e tentam entender um ao outro. O destino os une, por assim dizer, porque ambos precisam um do outro, mas sem saber onde isso vai acabar.”
Pattinson: “Todo mundo tem que lutar com sua própria dor, especialmente Bruce Wayne, que é particularmente vulnerável a esse respeito. Existem muitas situações em que ambos os personagens estão muito vulneráveis.”

Qual é a sua opinião sobre os filmes anteriores do Batman?
Pattinson: “A franquia Batman é provavelmente a única que eu vi todos os filmes no cinema. Acho até que sempre fui ao cinema no fim de semana de estreia. Especialmente quando criança, eu era um grande fã do Batman, eu adorava os filmes. Assim, quando soube que o filme seria feito, eu realmente queria atuar em The Batman. Foi esse meu desejo que me levou até lá. Quando eu estava no set, fiquei surpreso por não ficar nervoso. Tudo parecia tão certo, filmar o filme foi como voltar para casa para mim.”
Kravitz: “Nunca fui uma grande fã de quadrinhos, mas sempre consegui tirar algo dos filmes do Batman. Provavelmente também tem algo a ver com o Batman ser algum tipo de aberração. Eu mesmo já me senti uma aberração no passado e provavelmente é por isso que consegui construir uma conexão com o personagem.”

Como foi filmar o filme durante a pandemia de Covid-19?
Pattinson: “Foi uma experiência muito intensa. Não tínhamos permissão para sair do set durante os intervalos ou dias de folga. Nossas vidas aconteciam no hotel ou no próprio set.”
Kravitz: “Isso mesmo, nós vivíamos em nossa própria realidade naquela época. Fomos capazes de nos perder completamente em nossos papéis porque não havia mais nada por meses.”

Foi difícil para vocês se acostumarem com os figurinos?
Kravitz: “Para mim, os figurinos são sempre uma parte importante do meu papel, pois me ajudam a entrar no personagem. Eles garantem com que eu me mova de maneira completamente diferente, até mesmo fale de maneira diferente do que faço na vida cotidiana. Ao mesmo tempo, minha fantasia também era um desafio, porque era tão apertada no meu corpo que eu sempre precisava de ajuda para tirá-la. Por exemplo, eu sempre precisei de um ajudante para ir ao banheiro (risos).”
Pattinson: “Foi o mesmo para mim (risos). O traje do Batman exigia muito de mim. Você tem que acreditar na fantasia quando a vestir, caso contrário você vai parecer – e se comportar – como um idiota. No entanto, o traje também não deixa dúvidas sobre o papel, o que te deixa ainda mais no papel de Batman. Eu não interpretei o Batman, eu me senti como o Batman.”
Kravitz: “Você era o Batman quando eu te vi no set fantasiado, esqueci completamente quem estava por trás da máscara. Eu só vi o Batman e isso foi tão legal!”

Fonte dos scans | Tradução: Ana Paula Oliveira

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