O RPBR foi convidado pela WARNER BRASIL e pelo CULTCURITIBA para assistir Batman em uma sessão especial nessa segunda- feira (28.02) em uma sala IMAX!
Primeiramente, já recomendo assistir esse filme em uma tela IMAX! Vale demais a pena! Agora, vamos para nosso crítica do filme do ano:

Um filme DO BATMAN

Matt Reeves entrega – finalmente – um filme onde o homem morcego é protagonista de sua própria história.
Meu primeiro comentário quando saí da sessão de BATMAN foi que, quanto fã do Robert Pattinson, não esperava menos! Ele novamente prova que se entrega de corpo e alma para seus personagens.
Aqui temos um novo desafio: passar suas emoções com apenas UM olhar. De novo, Robert supera as expectativas! Chega ser notório o quantidade vezes que a câmera dá um zoom nos olhos do homem morcego e ali está tudo; Trauma, medo, dor e raiva. Batman é o centro da narrativa, enquanto Bruce Wayne, apesar do pouco tempo de tela, não é menos protagonista que seu álter ego.
Ao longo da história de Batman nos cinemas, muitos fãs perceberam algo acontecer; O vigilante se tornou um coajdvante de suas histórias, sendo ofuscado por vilões icônicos. Isso é bem claro no filme que é considerado o maior do homem morcego, Batman O Cavaleiro das Trevas da consagrada trilogia Nolan. Esse era meu maior medo em relação esse filme, principalmente pela quantidade de vilões apresentados; Mulher – Gato, Pinguim, Charada e Falcone. Mas para meu alivio – e de muitos – TUDO gira em torno da jornada de auto descobrimento do homem – morcego.
Não temos humor nenhum no Batman, Bruce Wayne está longe de ser os playboy mulherengo que já vimos em outras representações do personagem. Isso, entre outros aspectos, contribuem para a realização de um objetivo que desde o começo Matt Reeves deixou bem claro: The Batman seria diferente de todos os filmes do homem morcego já feitos. Senti que esse objetivo foi atingido com sucesso. Apesar de algumas cenas clássicas, Batman está longe de ser mais do mesmo!
Um ponto como fã de Batman que me agradou muito foi a relação Batman e Mulher – Gato. Considero um dos casais mais icônicos e com as melhores histórias de HQs e, na minha opinião, faltava uma representação do casal com uma verdadeira química! Obrigada Robert e Zöe! A química chega ser palpável! Me peguei me inclinando em direção a tela em várias cenas dos dois! Cenas que aliás me lembraram muito a animação de Batman Silêncio!
Outras dois personagens que a relação com o Batman me marcou foi Gordon e Alfred. Como não é um filme de origem, não sabemos como a confiança de Gordon e Batman nasceu, mas eles formam uma dupla de detetives muito boa! Alfred foi quem me arrancou lágrimas, não uma, mas duas vezes! Não esperava por isso, foi uma surpresa agradável (apesar de triste).
Amei cada segundo do filme, tinha altas expectativas que foram supridas com sucesso. A semente para uma trilogia foi plantada e eu espero realmente que cresça assim como todas as séries spin off. O Bat Verso que está sendo criado é fantástico. Não poderia estar mais feliz, como fã do Robert mas principalmente como fã do Batman

Fui acompanhada do meu irmão assistir ao filme e pedi para ele escrever sua crítica sobre Batman! Bom ter uma visão imparcial né…

O reboot com certeza se afasta do conceito de “mais do mesmo”. De um lado, o Batman mais sombrio já feito; e de outro, um Bruce Wayne perturbado – e até inseguro – em contraste com o mulherengo confiante das versões anteriores. As três horas de filme foram bem justificadas. A trilha sonora, apesar de simples, é bem marcante. – ANDRÉ GRAMAZIO

Quem já assistiu ao filme, o que achou?

Agradecimentos: WARNER BR e CultCuritiba, meu irmão André não só pela crítica mas pela carona. Nataly e Raquel pela parceria e por não me deixarem desmaiar – Amanda Gramazio

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