Se a humanidade está dividida entre o partido do “eu desejo, mas não posso” e o partido do “eu podia, mas eu não quero”, eu proponho Robert Pattinson como candidato da segunda opção. Ele admite que nunca teve o fogo sagrado da arte, mas ele era um cara bonito, e a escola de atuação da Barnes Theatre Company era o lugar certo para conhecer as meninas. Confira abaixo a entrevista de Robert Pattinson para a Vanity Fair da Itália e os scans da mesma, uma das revistas mais esperadas de 2010.

O filme também fala que as coisas podem terminar em um instante. Há pessoas que passam toda sua vida agonizando sobre isso. E você: você estaria pronto para perder tudo, feliz pelo que você tem recebido?
“Todo o filme gira em torno da felicidade e da capacidade de vê-la. Tendo, aqui e ali na vida, momentos de consciência sobre a nossa felicidade faz a vida digna de ser vivida. ” Leia a entrevista completa aqui.