Em entrevista para The Washington Times, Robert Pattinson conta como foi todo o processo de Cosmópolis, seu início como ator e muito mais. Leia a seguir a tradução do artigo:

Se Pattinson está compreensivelmente resguardando sua vida privada, ele está refrescantemente de coração aberto e humilde sobre suas ansiedades como um jovem ator. Aos 26, Pattinson pode ser um dos rostos mais famosos do planeta, mas ele continua certificando-se de suas habilidades como um ator – uma profissão, ele diz, que ele nunca ansiou, entrou por uma chance e sempre achou desconfortável. Sua trajetória improvável começou com Harry Potter e o Cálice de Fogo e Poucas Cinzas, no qual ele interpreta Salvador Dali.

“Então eu peguei Crepúsculo e isso subitamente se tornou um mundo massivamente diferente para navegar,” Pattinson disse em uma entrevista recente em Nova York. “A maioria das pessoas que tem seu grande sucesso já descobriram quais são suas habilidades, e eu não tinha descoberto, de verdade.” Cosmópolis é um tipo de filme radicalmente diferente que irá confundir não apenas as hordas de fãs de Crepúsculo que farão filas na sexta-feira para vê-lo, mas cinéfilos da arte, também. Pattinson o assistiu quatro vezes para tentar entender.

A primeira adaptação cinematográfica de um romance de Don DeLillo, Cosmópolis, é sobre um financiador elegante, Eric Parker (Pattinson), lentamente no seu caminho no santuário sem ar de sua limusine através do tráfego de Manhattan com o simples objetivo de um corte de cabelo. Mas a jornada, a qual inclui visitas de sua nova esposa (Sarah Gordon), uma prostituta (Juliette Binoche) e um protestante da Ocupem Wall Street (Mathieu Arnalric), é meio um desvendar involuntário para Parker, o qual desapaixonadamente assiste sua fortuna deslizar em uma má aposta no yuan chinês.

Leia a entrevista na íntegra aqui.