Em mais uma interessante entrevista, Robert Pattinson comenta particularidades de Cosmopolis nos bastidores das gravações, sobre a fama e muito mais!

Robert Pattinson varreu sua persona ídolo adolescente em uma só vassourada, graças a Cosmópolis. Jonathan Crocker do ShortList fala sobre as escolhas de carreira com uma estrela relutante.

Cinco minutos depois de conhecê-la, Robert Pattinson se viu fazendo sexo com a atriz francesa Juliette Binoche na parte de trás de uma limusine. “Ela literalmente virou-se e falou, ‘Vamos fazer isso'”, ele sorri.

“Foi hilário. Não havia espaço suficiente na limusine ela estava batendo a cabeça no teto.” Então é assim que é ser Robert Pattinson. “É chato”, ele conta, quase pedindo desculpas.

O que acontece quando você está mega-rico, mega-bonito e mega-entediado? Você muda. Você entra em uma limusine e faz um passeio que pode mudar sua vida para sempre. Sexo feroz no banco traseiro com uma atriz vencedora do Oscar. Se embriaga, tarde da noite num clube. Multidões furiosas tentando colocar as mãos em você. Você bate em um cara na rua. Você mata um homem…

Espere um minuto. Esta não é a vida real de Robert Pattinson. Bem, não é e ao mesmo temmpo é. Seu papel surpreendente em Cosmopolis, novo filme de David Cronenberg, um suspense psicológico de arte – escuro, sexy, violento, cerebral e possivelmente o mais estranho filme do ano – é exatamente o que ele estava esperando. Um filme impossível de compreender, ainda fazendo todo o sentido.

No desempenho mais ousado de sua carreira, Pattinson interpreta um bilionário de 28 anos de idade viajando por toda Manhattan em uma limusine para cortar o cabelo. Até o final do filme, ele vai ter destruído tudo o que possui para criar um futuro excitante, perigoso.

“Eu quero mais,” Pattinson diz a uma prostituta de seios nus que está apontando uma arma de eletrochoque de alta tensão em seu peito nu. “Mostre-me algo que eu não tenha visto antes.” Bem, aqui está: Pattinson fora da zona de Crepúsculo. Continue lendo …