Os vampiros estão por toda parte nos filmes, televisão, novelas, quadrinhos e muito mais, não tendo fim para isso em vista. Mas em que momento eles foram de predadores malvados para anti heróis conflituosos?

Essas são as questões perguntadas por Christopher Farnsworth, um escritor que vive em Los Angeles cujo último romance, “The President’s Vampire”, está a venda agora. Costumava ser assim: você nunca veria o vampiro como o cara bom. Afinal de contas, um vampiro, por natureza, caça e mata seres humanos. Existem séculos de folclores em que a humanidade foi forçada a se defender contra esses parasitas letais. Essa não é uma reputação que você perde da noite para o dia. Mas hoje, os vampiros se mudaram para a luz do dia – metaforicamente falando. Edward Cullen e sua família de vampiros vegetarianos – que apenas bebem sangue de animal – são apenas os exemplos mais famosos. O número de bons vampiros nos cinemas inclui Bill Compton de “True Blood”, Angel e Spike de “Buffy, a caça vampiros”, Nick Knight de “Forever Night”, o herói do título dos filmes e série de Blade, Mick Angel da série “Moonlight”, Selene de “Underworld” e talvez mais uma dúzia qualquer da qual eu nunca tenha ouvido falar.

Fonte | Tradução: Ana Flávia Oliveira