Nossa equipe traduziu duas críticas estrangeiras de Água para Elefantes, uma feita por um crítico francês e a outra por um crítico espanhol. Leia abaixo um pequeno trecho das duas e clique em “leia mais” para lê-las na íntegra.

Enquanto a cena de amor não teve muita química entre os atores, o casal na telona compartilhou de uma paixão pelos animais. No último dia de gravação Witherspoon chorou ao se despedir da elefanta de quase 4.000 quilos chamada Tai. “Foi uma das experiências no cinema mais importantes da minha vida. Você trabalha com atores e diretores, mas ter uma relação não-verbal com um animal com que todos nós estavámos tão conectados foi algo mágico”, afirmou. Leia Mais…

“Água para Elefantes” não é um filme ruim, no todo, conta com o design muito cuidado da produção fazendo justiça, às vezes, a imaginação da autora, em especial as sequências que aconteceram no circo, mas também devo confessar que quando o diálogo do romance ultrapassam a telona se perde grande parte do atrativo da historia original transformando-se apenas em um romântico drama linear sem muitas surpresas. Os personagens então são muito arquetípicos: Jacob, o intrépido órfão que chega como veterinário na companhia circense, Marlena (Witherspoon) como a doce heróina, esposa do proprietário da empresa, à procura de um novo ato que sirva como uma nova atração para o público e, não poderia faltar, o vilão da história, August (Christoph Waltz) o marido psicótico de Marlena quem vai se interpor na relação proibida dos jovens amantes. Leia Mais…