Segundo o site Latimes, o filme Amanhecer – Parte 1 abriu espaço para certas discussões, como por exemplo, a questão do aborto, da religião e da perda da virgindade, trazendo ao filme uma linguagem mais adulta.

“A forma como a gravidez de Bella é retratada e discutida – juntamente com as fortes mensagens pro-abstinência da saga, os fundamentos religiosos e o tom a-maternidade-é-o-final-natural-e-feliz-para-todas-as-mulheres – resultam em uma narrativa que se apoia muito mais em relação a postura anti-aborto”.

Uma conclusão bastante justa, embora deva-se dizer que “Amanhecer” não é o primeiro filme de Hollywood que deixa de lado a possibilidade de aborto no caso de uma gravidez indesejada. “Knocked Up”, um filme longe de ser a fantasia adolescente da autora mórmon, tomou uma abordagem similar. Manter o bebê é sempre muito mais dramaticamente oportuno do que a alternativa, especialmente quando há uma seqüência a ser feita.

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